Resultados bastante expressivos já foram alcançados, como a redução do impacto gerado pela Folha de Pagamento, que hoje representa cerca de 25% da Receita Total, com tendência de decréscimo e a disponibilidade de recursos para reinvestimentos, que se mantém dentro dos limites previstos, contemplando um montante significativo aplicado em investimentos fixos e recuperação da estrutura.
Os indicadores atuais representam um desempenho linear da gestão da O.S., retratando medidas eficazes e responsabilidade na gestão de recursos financeiros. Tão logo cessem os investimentos de maior vulto, a Organização poderá redirecionar seus esforços no sentido de ampliar ainda mais os benefícios para o cliente final.
Praticamente todas as recomendações relatadas anteriormente já foram implementadas e muitas delas já refletem nos resultados atuais, como investimentos em divulgação e melhoramentos na estrutura física.
O score atual de quase 97% de metas atingidas atesta a seriedade da administração da O.S., ao mesmo tempo em que reforça o acerto do novo modelo estrutural. É preciso, no entanto, estar atento aos fatores qualitativos, principalmente nas condições do ambiente e imagem social transmitida pela instituição.
Como recomendações importantes podemos destacar os seguintes pontos:
- Manter a motivação e o comprometimento com os resultados, não permitindo descuido em relação aos índices cujas metas já foram alcançadas;
- Incentivar programas internos que visem redução de despesas e combate ao desperdício. Criação de um Comitê responsável por implementar melhorias que proporcionem resultados significativos para a O.S.;
- Ampliar benefícios e incentivos aos colaboradores como forma de motivar para a manutenção dos resultados atingidos e melhorar o índice de satisfação interna;
- Promover ações de conscientização junto ao público interno (funcionários e permissionários), visando melhorar a percepção e o apoio destes em relação às melhorias obtidas;
- Manter o volume de investimentos dentro do limite atual, evitando comprometimento desnecessário de recursos. Evitar desembolsos de curto prazo quando os mesmos puderem ser realizados em prazos maiores, desde que não haja ônus para a O.S. (priorizar compras a prazo que não acrescentem juros).
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